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Olin R. Moyle Olin Moyle era um advogado a quem Joseph Rutherford pediu que fosse para o Betel de Brooklyn para ajudar a Sociedade Torre de Vigia (dos EUA) nos casos legais. Tornou-se membro dos Estudantes da Bíblia por volta 1910. Em 1935, Moyle, e sua mulher, Phoebe, de Wauwatosa, Wisconsin para Brooklyn, Nova Iorque. Ele trabalhou no Departmento Legal da STV. Phoebe trabalhou como arrumadeira no Betel, e seu filho, Peter, trabalhou na cafeteria, e depois, na gráfica.

Em 1939, depois de Moyle servir em Betel durante 4 anos, escreveu uma carta de resignação a Rutherford, acusando-o de alguns excessivos e inapropriados comportamentos na Familia de Betel. Depois de deixar o Serviço de Betel, e retornaram à sua terra natal. Rutherford usou as pág. 316-7 da revista A Sentinela de 15/10/1939, edição inglesa, para caluniar Olin Moyle.

"Lembrando-se que este é o tempo em que Deus está removendo da sua organização tudo que pode ser abalado, 'para que aquelas coisas que não podem ser abaladas possam permanecer' (Hebreus 12:26-27), os membros do corpo de diretores da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, para a informação e proteção daqueles que são devotados à organização de Deus, pedem que a Sentinela publique o que se segue:

Em 21 de julho de 1939, um artigo escrito sob a forma de carta, assinado por O. R. Moyle, foi deixado na secretária da portaria do Lar de Betel, endereçado ao presidente da Sociedade. Como esse artigo envolve toda a família de Betel, foi devidamente trazido perante o corpo e perante a família. A carta, estando repleta de declarações falsas, caluniosas e difamatórias, foi vigorosamente condenada pelo corpo de diretores, e por todos os membros da família de Betel. O corpo adotou por unanimidade a seguinte Resolução, que foi também aprovada pela família:

Numa reunião conjunta dos corpos de diretores da corporação da Pensilvânia e da corporação de Nova Iorque da Sociedade de Bíblias e Tratados, realizada no escritório da Sociedade em Brooklyn, Nova Iorque, neste dia 8 de agosto de 1939, na qual outros membros da família estiveram presentes, foi lida aos ditos corpos e na presença de O. R. Moyle, uma carta datada de 21 de julho de 1939, escrita pelo dito Moyle e endereçada ao Presidente da Sociedade. Durante quatro anos foram confiadas ao escritor dessa carta as matérias confidenciais da Sociedade. Parece agora que o escritor dessa carta, sem desculpa, calunia a família de Deus em Betel, e identifica-se a si próprio como um que fala iniquidades contra a organização do Senhor, e que é um murmurador e queixoso, mesmo como as Escrituras predisseram. (Judas 4-16; I Coríntios 4:3; Romanos 14:4)

'Os membros do corpo de diretores se ressentem das críticas injustas que aparecem na carta, desaprovam o escritor e as suas ações, e recomendam que o presidente da Sociedade termine imediatamente o relacionamento de O. R. Moyle com a Sociedade como conselheiro legal e membro da Família de Betel.'

À parte o parágrafo introdutório que anuncia o propósito do escritor de deixar Betel no tempo especificado, todos os parágrafos dessa carta são falsos, repletos de mentiras, e são uma difamação iníqua e calúnia não só contra o presidente mas contra toda a família, e por essa razão a carta não foi publicada pela Sociedade. Ele pediu à [revista das Testemunhas de Jeová] Consolação que publicasse a sua carta, e Moyle, tendo sido recusado o seu pedido, agora faz com que o seu artigo calunioso seja publicado e posto a circular entre algumas companhias [congregações] dos consagrados, fazendo com que o mesmo seja lido publicamente, e pelas suas próprias palavras que podem ser chamadas 'falinhas mansas', ele finge estar em harmonia com a Sociedade, e assim engana ainda mais os incautos. O propósito dele mesmo ao publicar adicionalmente [o artigo] é justificar-se a si mesmo e 'causar divisão entre os irmãos', ambas as coisas são condenadas na Palavra de Deus. (Lucas 16:15; Romanos 16:17-18) Por esta razão os irmãos devem ficar de sobreaviso. 'A carta acima mencionada', estando repleta de mentiras levantadas contra os irmãos, a mesma é odiada por Jeová; 'Seis coisas o Senhor odeia; sim, sete são uma abominação para ele... uma testemunha falsa que fala mentiras, e aquele que semeia discórdia entre os irmãos'. (Provérbios 6:16-19)


Ao induzir outros a juntarem-se-lhe na circulação e publicação desta carta difamatória entre os consagrados, ele faz outros participarem no seu erro. O artigo difamatório, sendo oposição e estando contra os interesses do governo Teocrático, está apenas agradando ao Diabo e aos seus agentes terrestres.

Repare na tática de infundir medo através de "culpa por associação". Ao apontar a verdade de que este líder deste pretenso "governo Teocrático" era um alcoólico, um bandido e um covarde que usava o seu poder para intimidar e prejudicar os mais fracos, Moyle estava "apenas agradando ao Diabo".

Durante quatro anos foram confiados a Moyle os assuntos confidenciais da Sociedade, e então, sem desculpa, ele assalta e calunia aqueles que confiaram nele.

Por outras palavras: 'Como te atreves, Olin! Não era suposto que tu dissesses a toda a gente que eu sou um bêbado, um bandido e um sujeito que usa o poder que tem para intimidar e prejudicar os mais fracos!'

Foram confiados a Judas assuntos confidenciais por Jesus Cristo, e Judas provou a sua infidelidade por fornecer ao inimigo aquilo que eles podiam usar, e que usaram mesmo, contra o Senhor.

Aquele que calunia os irmãos do Senhor, calunia o próprio Senhor, e as Escrituras apontam claramente qual será o fim de tais. Tendo sido avisados, cada um deve escolher se quer juntar-se ao 'escravo mau' e sofrer as conseqüências (Mateus 24:48-51) ou permanecer fiel a Jesus e ao seu governo por Cristo Jesus.

Escolhei a quem quereis servir."

Além de Joseph Rutherford, eram membros da Diretoria da STV (dos EUA): Frederick Franz, Nathan Knorr, Grant Suiter, Tomas Sullivan, W. P. Heath, W. H. Reimer, William Van Amburgh, M. Goux, C. A. Wise e Clayton Woodworth.

Rutherford não refutou especificamente nenhuma acusação feita por Moyle. Antes preferiu rotular isso de "difamação calúniosa" e "mentiras". Ignorou completamente as acusações de Moyle de que ele um alcoólico e um tirano cruel. A critica ao Presidente da STV (dos EUA) era encarada como falar contra a "Organização do Senhor".

Na pág. 81 de Apocalipse Adiado, prof. James Penton diz acerca de Olin Moyle: "Embora fosse um abstêmio, dificilmente Moyle poderá ser acusado de ser demasiado crítico em relação aos hábitos de bebida dos seus irmãos em Betel, e ele foi muito exato na sua avaliação das ações pretensiosas e coléricas de Rutherford, e das tiradas à mesa do pequeno almoço [em Betel]. Além disso, ele estava simplesmente ansioso por corrigir o que para ele eram exemplos graves de conduta não cristã e por afirmar que Rutherford tinha uma responsabilidade imediata de remediar as condições que tinham causado a sua renúncia e protesto. Mas Rutherford, que por vezes tinha dificuldade em distinguir a sua posição da posição de Jeová e Cristo Jesus, encarou a carta de Moyle como nada menos que apostasia."

Moyle processou judicialmente a Diretoria da Sociedade por difamação e acabou por receber 15 mil dólares, além das despesas com o Tribunal, dois anos depois da morte de Rutherford. 27 Maio de 1943 ; 22 Nov 1943

Aqui estão as referências do caso nos tribunais.

  • Moyle v. Rutherford et al., 261 App. Div. 968; 26 N.Y.S. 2d 860;
  • Moyle v. Franz et al., 267 App. Div. 423; 46 N.Y.S. 2d 667;
  • Moyle v. Franz et al., 47 N.Y.S. 484.

Carta de Olin Moyle Editar

A carta, tal como reproduzida a seguir, foi apresentada como "Documento 4" na ação judicial de Moyle contra Rutherford e a Diretoria da Sociedade Torre de Vigia.

OLIN R. MOYLE, Advogado 117 Adams Street. Brooklyn. New York Telephone Triangle 5-1474 21 de julho de 1939

Juiz J. F. Rutherford, Brooklyn, N. Y.

Prezado Irmão Rutherford:

Esta carta visa notificá-lo da nossa intenção de deixar Betel em 1 de setembro próximo. As razões para sairmos são apresentadas aqui e pedimos que lhes dê consideração cuidadosa e ponderada.

As condições em Betel são um assunto de preocupação para todo o povo do Senhor. Em nenhum lado entre homens imperfeitos pode haver perfeita liberdade da opressão, da discriminação e de tratamento injusto, mas na sede do Senhor na terra as condições deviam ser tais que a injustiça seria reduzida ao mínimo. Não é esse o caso aqui em Betel e deve ser feito um protesto contra isso. Eu estou numa boa posição para fazer tal protesto porque o tratamento que você me dispensou tem sido em geral educado, com consideração e justo. Posso fazer este protesto nos interesses da família de Betel e do trabalho do Reino sem a introdução de qualquer interesse pessoal na matéria.

Tratamento Dispensado à Família de Betel

Pouco tempo depois de termos vindo para Betel, ficamos chocados ao testemunhar o espetáculo dos nossos irmãos receberem de si o que é designado como "poda". A primeira, se a memória não me falha, foi uma chicoteada verbal dada a C. J. Woodworth. Woodworth, numa carta pessoal dirigida a si, declarou algo no sentido de que seria servir ao diabo continuar a usar o nosso calendário atual. Por isso, ele foi humilhado, foi chamado de asno, e recebeu uma descompostura em público. Outros foram tratados de forma similar. McCaughey, McCormick, Knorr, Prosser, Price, Van Sipma, Ness e outros foram repreendidos de forma similar. Eles foram chamados à atenção, condenados e repreendidos em público sem qualquer aviso prévio. Neste verão, foram dadas algumas das repreensões públicas mais injustas. J. Y. McCauley fez uma pergunta que continha uma crítica ao atual método de estudo da Sentinela. Devido a isso, ele foi severamente repreendido. A sua [de Rutherford] ação constituiu uma violação do princípio pelo qual estamos lutando, a saber, liberdade de expressão. Foi a ação de um patrão e não a de um conservo. Assegurar um modo eficiente de estudo com líderes de estudo imperfeitos não é tarefa fácil, e nenhum método produzido até agora provou ser 100% perfeito. O irmão declarou que não tinham chegado até si quaisquer queixas a respeito deste método de estudo. Se é esse o caso, não lhe foram apresentados todos os fatos. Existem queixas em vários sítios de que os estudos da Sentinela degeneraram em meras lições de leitura. É possível que o método atual seja o melhor que pode ser usado, mas considerando as limitações conhecidas, críticas honestas não devem ser censuradas nem devem os críticos honestos ser punidos.

O irmão Worsley recebeu uma denúncia pública de si por ter preparado e entregue a irmãos uma lista de citações bíblicas úteis sobre tópicos fundamentais. Como é que podemos condenar de forma consistente os religionistas por serem intolerantes, quando você exerce intolerância contra aqueles que trabalham consigo? Não prova isto que a única liberdade permitida em Betel é a liberdade de fazer e dizer aquilo que você deseja que seja dito e feito? O Senhor certamente nunca o autorizou a exercer tal autoridade com mão pesada sobre os seus conservos.

Desde a reunião no Madison Square Garden tem havido uma condição aflitiva de repressão e suspeição em Betel. Os porteiros foram colocados num lugar difícil mas fizeram um excelente trabalho. Eles exerceram cuidado e diligência ao vigiarem as entradas do local, e impediram vários personagens suspeitos de entrarem. Eles estavam no serviço imediatamente quando os distúrbios começaram e controlaram distúrbios que de outro modo teriam alcançado sérias proporções. Mas duas semanas depois da convenção eles têm sido constantemente criticados e condenados por si. Eles têm sido acusados de abandono do dever e foram rotulados de "efeminados". Ver alguns destes rapazes sucumbirem e chorarem devido às observações rudes do irmão Rutherford é, para dizer o mínimo, triste.

Os irmãos em Betel têm demonstrado de forma cabal a sua lealdade e devoção ao Senhor, e não precisam de ser censurados asperamente por conduta errada. Uma sugestão ou uma admoestação bondosa de si teria sido mais do que suficiente para verificar alguma ação errada, e eliminaria ressentimentos e induziria mais felicidade e conforto para toda a família. O irmão disse muitas vezes que na organização do Senhor não há patrões, mas não é possível fugir ao fato inegável que as suas ações em criticar e vituperar estes rapazes são ações de um patrão. Faz doer o coração e causa desgosto ouvi-los. Se o irmão parar de fustigar os seus conservos, Betel será um lugar mais feliz e o trabalho do Reino prosperará concordemente.

Discriminação

Nós dizemos ao mundo que todos na organização do Senhor são tratados da mesma forma, e recebem o mesmo no que diz respeito a bens deste mundo. O irmão sabe que isto não é verdade. Os fatos não podem ser negados. Veja por exemplo a diferença entre as acomodações fornecidas a si e aos seus assistentes pessoais, comparadas com as que são fornecidas a alguns dos seus irmãos. Você tem muitas, muitas casas, a saber, Betel, Staten Island, Califórnia, etc ... Sou informado de que até na Fazenda do Reino é mantida uma casa para seu uso exclusivo durante os curtos períodos de tempo que passa lá. E o que é que os irmãos da fazenda recebem? Quartos pequenos, sem aquecimento durante o tempo de inverno muito frio. Eles vivem nos seus baús como campistas. Isso pode ser correto se for necessário, mas existem muitas casas na quinta que continuam vagas ou usadas para outros propósitos, que poderiam ser usadas para dar algum conforto àqueles que trabalham tantas horas e tão arduamente.

Você trabalha com um confortável ar condicionado. Você e os seus assistentes passam uma parte da semana no sossego dos arredores do país. Os rapazes na fábrica trabalham ao longo dos meses quentes de verão sem essas ajudas, e sem ser feito qualquer esforço para lhas dar. Isso é discriminação que devia receber a sua séria consideração.

Casamento

Também aqui é mostrado um tratamento diferenciado e discriminatório. Um irmão deixou Betel há algum tempo com o propósito de se casar e, assim me informam, foi-lhe recusado o privilégio de ser pioneiro em Nova Iorque, aparentemente como desaprovação oficial da ação dele ao sair de Betel. Em contraste com isso, quando Bonnie Boyd se casou, ela não precisou de sair de Betel. Foi-lhe permitido trazer o marido para Betel apesar da regra escrita que estipula que ambos os noivos devem ter vivido ali durante cinco anos.

Tratamento áspero de um e tratamento favorecido a outro é discriminação, e não deve ter lugar na Organização do Senhor.

Linguagem Obscena e Vulgar

As ordens bíblicas contra a linguagem e piadas obscenas nunca foram revogadas. É chocante e nauseante ouvir linguagem vulgar e calão em Betel. Foi dito por uma irmã que isso era uma das coisas a que uma pessoa tinha de se habituar em Betel. As gargalhadas mais sonoras à mesa surgem quando é contada uma piada obscena ou quase obscena, e você é um dos que participa nisso.

Licor

Sob a sua tutela tem crescido uma glorificação do álcool e uma condenação da abstinência total que é imprópria. Não é da minha conta se um servo de Jeová bebe licor alcoólico, exceto em dar uma ajuda a um irmão que estiver tropeçando por causa disso. Se sou um abstêmio total ou não, ninguém tem nada a ver com isso. Mas em Betel não é assim. Parece haver uma política definida de introduzir os novos que chegam a Betel no uso de licor, e é mostrado ressentimento contra aqueles que não se juntam a eles. É dito que "Uma pessoa não pode ser um verdadeiro betelita sem beber cerveja." Pouco depois de termos chegado, foi dito de forma arrogante: "não podemos fazer muito de Moyle, mas faremos do Peter um homem."

Um irmão de Nova Iorque insinuou que eu estava fora de harmonia com a verdade e com a Sociedade porque não bebo licor. Uma irmã de Nova Iorque declarou que nunca tinha usado nem servido licor até alguns dos rapazes de Betel terem insistido com ela para o fazer. Um irmão que costumava beber licor em excesso tornou-se um abstêmio total depois de entrar na verdade. Ele sabia que uma única bebida de licor era o suficiente para levá-lo de volta aos seus hábitos de bebida anteriores, mas apesar disso os irmãos de Betel insistiram que ele bebesse licor e insinuaram que ele não estava em harmonia com a organização se recusasse a bebida. Os abstêmios totais são encarados com escárnio, como pessoas fracas. Você rotulou publicamente os abstêmios totais como pessoas afetadas e por isso tem de assumir a sua quota parte de responsabilidade pela atitude semelhante a Baco exibida pelos membros da família.

Essas são algumas das coisas que não deviam ter lugar na organização do Senhor. Existem outras injustiças mais graves mas não tive contato pessoal com elas e por essa razão não as discuto.

Não foi uma tarefa fácil ou agradável escrever estas coisas para si, e é ainda mais difícil tornar este protesto efetivo através da saída de Betel.

Nós vendemos a nossa casa e negócio quando viemos para Betel e pretendíamos gastar o resto das nossas vidas neste local no serviço do Senhor. Saímos para registar mais enfaticamente o nosso desacordo com as condições injustas relatadas nesta carta. Não estamos deixando o serviço do Senhor, antes continuaremos a servi-lo e à Sua organização tão plenamente quanto o permitam as nossas forças e meios.

Também não estou fugindo da batalha contra a turba do Diabo nos tribunais. Espero regressar à prática privada da advocacia, provavelmente em Milwaukee, Wisconsin, e espero estar na luta de todas as formas possíveis. Com esta carta estou incluindo uma declaração com os principais casos agora pendentes nos quais estou participando ativamente. Seria pouco razoável e injusto deixar cair estas matérias no seu regaço sem assistência e consideração adicionais. Estou pronto e disposto a levar por diante estes assuntos nos tribunais de forma tão vigorosa e cuidadosa como quando estava em Betel, e farei isso se for esse o seu desejo.

Nós consideramos esta ação durante algum tempo, mas esta carta é entregue a si no momento em que estamos saindo numa viagem de férias por razões muito específicas. Primeiro: É desejável que você tome tempo para pensar e considerar as matérias aqui expostas antes de tomar qualquer ação. Ação apressada e sem consideração adequada pode ser lastimável. Segundo: Francamente, não desejo ter um argumento verbal consigo sobre estas matérias. Pude observar em muitas ocasiões que um assunto controverso não recebe uma discussão calma e racional dos fatos. Com freqüência transforma-se numa denúncia de alguma pessoa por você.

Não estou interessado nesse tipo de batalha verbal. Estas declarações são as razões apresentadas pela Irmã Moyle e por mim para sairmos de Betel. Se falamos erradamente ou incorretamente, somos responsáveis perante o Senhor por falarmos assim. Se falamos a verdade, e nós afirmamos categoricamente que tudo o que é aqui relatado é a verdade, então existe uma responsabilidade imediata da sua parte para remediar as condições que necessitam deste protesto. Que o Senhor o dirija e guie num tratamento justo e bondoso dos seus conservos, é o meu desejo e oração.

Seu irmão no serviço do Rei,

Olin R. Moyle

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