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Salmos 58:4b-5a - "Estão surdos [ os iníquos ] como a naja que tapa o ouvido, que não quer escutar a voz dos encantadores." (TNM) Diz que a naja (cobra-capelo) se nega a escutar "a voz dos encantadores" de serpentes. Sobre a questão das cobras reagirem a sons, veja o Apêndice 7A da TNM na pág. 1523. (Estudo Perspicaz das Escrituras, vol. 3, pág. 60; Despertai! de 22/7/1993, pág. 31; de 22/3/1996, pág. 20) Embora não tenham aberturas auriculares de superfície, as serpentes são sensíveis a certas ondas sonoras transmitidas pelo ar ou pelo solo, podendo reagir a elas. (Nova Enciclopédia Britânica, 1987, vol. 27, pág. 159) Se isso for entendido como sendo audição, a naja ouve "a voz dos encantadores". Todavia a naja não dança. "Enquanto o encantador toca sua flauta, a naja se ergue de dentro do cesto e dilata o capelo, ficando na posição normal de defesa. Os movimentos que o encantador de serpentes faz são acompanhados pela cobra, enquanto ela mantém os olhos nele, sempre pronta para atacar." (O Animal de Grzimek - o Mundo Animal de Sielmann de julho de 1981, pág. 34-5, revista alemã de zoologia)

Salmos 110:1 - "A pronunciação de Jeová [ YHWH ] a meu Senhor é: Senta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos como escabelo para os teus pés." (TNM, BJ) Aqui "meu senhor" se refere ao Rei de Israel. "Disse o SENHOR [ Adhonay, expressão substituta para YHWH ] ao meu senhor [ adhonay ]: Senta-te à minha direita, e Eu farei dos teus inimigos um estrado para os teus pés." (MC, ACF) Em Atos 2:34-36, o apostolo Paulo disse: "David não subiu ao céu, mas falou: O Senhor [ Kyrios, expressão substituta para YHWH ] disse ao meu Senhor [ kyrios ]: sente-se à minha direita, até que eu faça de seus inimigos um lugar para apoiar seus pés. Que todo o povo de Israel fique sabendo com certeza que Deus tornou Senhor e Cristo [ ou Messias, "Ungido" ] aquele Jesus que vocês crucificaram." (BJ)

Isaías 11:6-8 - Segundo a STV, os animais selvagens não mais atacarão e devorarão os animais domésticos. Ter-se-ão tornado pacíficos e inofensivos. Eles se tornaram vegetarianos. As condições existentes no Jardim do Éden serão restabelecidas no vindouro Reino de Cristo de mil anos.

Isaías 7:14 - "Eis que a própria donzela [ almah ] ficará realmente grávida e dará à luz um filho, e ela há de chamá-lo pelo nome de Emanuel". (TNM) Aqui almah significa "moça jovem" sem implicar que seja virgem ou não. Não usa betulah, "virgem" em sentido físico - a integridade do hímen. Não se trata de uma virgem-mãe. Emanuel, Himmanu-El, significa "Conosco está Deus" ou Deus Conosco. Seu nascimento seria um sinal de Deus. Compare com aplicação feita em Mateus 1:23.

Isaías 19:18 - "Naquele dia virá a haver cinco cidades na terra do Egito, falando o idioma de Canaã [ isto é, o hebraico ] e jurando a Jeová dos exércitos. Cidade de Derrubamento [ ir ha Heres, a "cidade de Destruição" ] se chamará uma [cidade]." (TNM) O termo foi traduzida por "Cidade de destruição" na ACF. Outras traduções vertem por "Cidade do Sol". (MC, BJ) Segundo nota da MC pode ser Heliopólis - a "Cidade do [deus] Sol", em grego. Em hebraico, é chamada de Beth Shemesh, "Casa do Sol". (Jeremias 43:13) É referida como sendo a cidade de "Om" [ em egípc. Yunu ] em Génesis 41:45.

Isaías 19:19-20 - "Naquele dia virá a haver um altar [ matstsebah ] a Jeová no meio da terra do Egito, e uma coluna [ umatzevah ] a Jeová ao lado do seu termo. Terá de mostrar ser como sinal e como testemunha para Jeová dos exércitos na terra do Egito". (TNM) A diáspora judaica levaria o culto de YHWH ao Egito. Veja Jeremias 43:7 e 44:1. Charles Russell foi um estudioso da Grande Pirâmide de Gizé. Acreditava que era o "altar a Jeová no meio da terra do Egito". A pirâmide de Quéops, com 160 metros de altura, se manteve como a mais alta estrutura feita pelo homem até 1900 EC, com a construção da Torre Eiffel. Em 1876, o Prof. Piazzi Smyth publicou um artigo sobre piramidologia no periódico de George Storrs. Algum tempo depois, Storrs escreveu artigos sobre as pirâmides. Em 1897, Russell dedicou o Cap. 10 dos Estudos das Escrituras Vol. III - Venha o Teu Reino, ao suposto significado das medidas da Grande Pirâmide quanto ao cumprimento das profecias bíblicas para o tempo do fim.

Jeremias 25:10-12 - "E toda esta terra [ de Judá ] terá de tornar-se um lugar devastado, um assombro, e estas nações [ em redor de Judá ] terão de servir ao rei de Babilónia [ o Império Neo-babilónico ] por setenta anos. E terá de acontecer que, quando tiverem cumprido setenta anos, ajustarei contas com o rei de Babilónia e com aquela nação [ 5/6 de outubro de 539 AEC ]." (TNM) Veja Jeremias 29:10; 27:6-8, 11-13; Daniel 9:2 e II Crónicas 36:20-21. Compare com os 70 anos para cidade de Tiro. (Isaías 23:15, 17)

Jeremias 29:10 diz: "De acordo com o cumprimento de setenta anos em Babilónia [ o Império Neo-babilónico ], voltarei minha atenção para vós [ judeus ], e vou confirmar para convosco a minha boa palavra por trazer-vos de volta a este lugar [ no 1.º ano de Ciro II, isto é, 538/537 AEC ]." (TNM) O texto hebr. diz: בבל במשך שבעים שנה. Sua transliteração: l bbl shboim shne, diz lit. "para Babilónia setenta anos". (John Kohlenberger III, NVI Interlinear hebraico inglês do Antigo Testamento, Casa Publ. Zondervan, Grand Rapids, 1979; James Strong, Nova Concordância Exaustiva da Bíblia) Veja Jeremias 25:10-12. Não é a duração do Exílio dos judeus. Para sustentar a sua escatologia equivocada, a STV insiste em ensinar isso como um fato histórico incontestável. Persiste em distorcer ou omitir as evidências discordantes das suas publicações, induzindo deliberadamente os seus leitores desprevenidos em engano. (O Que a Bíblia Realmente Ensina?, 2005, pág. 215; Apêndice do Capítulo 14 do livro Venha o Teu Reino, 1981, pág. 186-190; Rolf Furuli, A Cronologia Persa e a Duração do Exílio Babilónico dos Judeus, Oslo, 2003) É o período do domínio do Império Neo-babilónico - de 609 a 539 AEC. Todos os cálculos da STV se alicerçam em 607 AEC [ 70 anos + 537 AEC ], ano inventado para a destruição de Jerusalém e seu Templo por Nabucodonosor II. (Carl Olof Jonsson, Os Tempos dos Gentios Reconsiderados, 2008)

Daniel 4:13, 20, 22, 29 - Estes "sete tempos" são 7 anos lunares, tendo cada ano 360 dias. É o tempo que YHWH Deus decretou para rebaixar Nabucodonosor II, Rei de Babilónia. Durante o período da demência de Nabucodonosor, o rei foi substituído interinamente no reinado. Não existe nenhuma comprovação história desta narrativa.

  • Usando os cálculos de John Acquila Brown publicados em 1823, foi o adventista Nelson Barbour quem associou a ideia de que os "sete tempos" seriam a duração dos "tempos designados das nações" [ ou "tempos dos gentios", em gr. kairoi ethnōn ] - mencionados em Lucas 21:24. Os "sete tempos" seriam 7 anos x 360, ou seja, 2.520 anos. Iria de outubro de 607 AEC - suposto ano da destruição de Jerusalém - até outubro de 1914 EC. Em 1875, Barbour publicou os seus cálculos na sua revista Arauto da Manhã. Em 1876, Charles Russell no periódico de George Storrs, escreveu que os tempos dos gentios findavam em 1914. (O Examinador da Bíblia de 10/1876, Nova Iorque, pág. 27-8, em inglês)

Daniel 7:25 - Se refere a Antioco IV, Rei da Síria, que reinou de 3 de setembro de 175 AEC a outubro de 164 AEC. Ele "falará até mesmo palavras contra o Altíssimo e hostilizará continuamente os próprios santos do Supremo. E tentará mudar tempos e lei [ proibição do culto judaico - I Macabeus 1:41-50 ], e serão entregues à sua mão por um tempo, e tempos e metade de um tempo." (TNM) "hão de profanar o santuário [ o Templo ] ... e remover o sacrifício contínuo. E hão de constituir a coisa repugnante que causa desolação [ no altar do Templo, colocado a imagem ídolo de Zeus, I Macabeus 1:54 ]." Confirma que findo "um tempo designado, tempos designados e uma metade", "acabarão todas estas coisas". (Daniel 11:31; 12:7) Isto ocorreu a 25 de dezembro de 164 AEC. "um tempo designado, tempos designados e uma metade" são 1260 dias lunares ou 42 meses, ou seja, três anos e meio. (Revelação 11:2-3; 12:6, 14; 13:5) Veja também Daniel 12:11-12.

Daniel 8:13-14 - "Até quando durará a visão do sacrifício contínuo e da transgressão [ da coisa repugnante ] que causa desolação, para fazer tanto do lugar santo [ o Templo ] como do exército [ dos céus ] algo a ser pisoteado? Ele me disse, pois: Até 2300 noitinhas e manhãs; e o lugar santo certamente será levado à sua condição correta [ ou seja, santificado ]." (TNM) As 2300 "noitinhas e manhãs" de Daniel 8:14 eram encaradas como tendo implicações messiânicas. As "2300 noitinhas e manhãs" seriam 2300 anos, em vez de 1150 dias lunares. Iriam do 20.º ano de Artaxerxes I - supostamente de 455 AEC até 1846 EC. A purificação do Santuário seria pela exposição das falsas doutrinas da Cristandade por parte do movimento adventista. Veja também Daniel 12:11-12.

Daniel 9:24 - Declara que "setenta semanas foram determinadas sobre o teu povo [ judeus ] e sobre a tua cidade santa [ Jerusalém ], para acabar com a transgressão e encerrar o pecado, e para fazer expiação pelo erro, e para introduzir justiça por tempos indefinidos, e para apor um selo à visão e ao profeta, e para ungir o Santo dos Santos." (TNM) O termo shabû'a, traduzido por "semana", significa um "período de sete". (Levítico 25:3-4, 8-9) O texto hebraico diz que "setenta períodos de sete" foram determinados. São interpretados como 70 semanas de anos x 7, ou seja, 490 anos.

Daniel 9:25 - "desde a saída da palavra para se restaurar e reconstruir Jerusalém até o Messias, o Líder, haverá sete semanas, também sessenta e duas semanas." (TNM) No mês de nisã no 20.º ano de Artaxerxes I, Neemias foi autorizado a viajar até Jerusalém para erguer as muralhas e colocar os portões. (Neemias 1:1; 2:1; 7:1; Daniel 9:27) O Templo foi inaugurado no 6.º ano de Dario I. (Esdras 6:15) Xerxes I foi assassinado a 14 de agosto de 465 AEC. Artaxerxes, seu filho, lhe sucedeu como rei. Essa data está de acordo com o Cânone de Ptolomeu. É confirmada por Sexto Júlio Africano, que em sua Chronagraphy descreve o 20º ano de Artaxerxes como sendo o 105º ano do Império Persa - a partir de 559 AEC - e o 4.º ano da 83.ª Olimpíada. A tabuinha astronómica VAT 5047 fixa em 455/454 AEC no seu 11.º ano de reinado. Seu 20.º ano foi em 445/444 AEC.

  • O Messias [ ou Cristo, "Ungido" ] apareceria no fim das 69 semanas ( 7 semanas x 7 = 49 anos ) + ( 62 semanas x 7 = 434 anos ), ou seja, 483 anos. Contrariando todas as evidências, a STV afirma como fato incontestável que 455/454 AEC foi o 20º ano de Artaxerxes I. Argumentam ter existido uma co-regência entre Dário I e Xerxes I e entre Xerxes I e Artaxerxes I. (Carl Olof Jonsson, Os Tempos dos Gentios Reconsiderados, 2008; O Que a Bíblia Realmente Ensina?, 2005, pág. 197; Estudo Perspicaz das Escrituras vol. 3, 1990, pág. 582-5) Segundo Lucas 3:1, 21-23, o Messias apareceu no "15.º ano de Tibério César". Tibério foi imperador em 18 de setembro de 14 EC. (Tácito, Anais, Livro I, Cap. 8) O seu 15.º ano vai de setembro de 28 EC a setembro de 29 EC. A STV subtrai 483 anos a partir de 29 EC, obterá 455/454 AEC como o 20.º ano de Artaxerxes I. Estes 483 anos são anos lunares. Cada ano lunar tem 360 dias.
  • Também é impossível datar a morte Temístocles em 471/470 AEC como é feito pela STV. (Estudo Perspicaz das Escrituras, Vol. 3, pág. 260; Plutarco, Vidas Paralelas de Plutarco, XXXI, 2-5) A sua ostracização de Atenas foi por 10 anos. Para não ser preso a mando de seus rivais, Temístocles fugiu para Corfú, de Corfú para Épiro, e por fim, entrou na Pérsia. Segundo Tucídides, Temístocles foi recebido em audiência por Artaxerxes I. Antes, passou um ano a aprender o persa. Diodoro de Sicília declarou que, na chegada de Temístocles à Ásia Menor, Xerxes I ainda era o Rei da Pérsia. Após sua audiência com o Rei da Pérsia, se estabeleceu na cidade de Magnésia, onde viveu por alguns anos antes de sua morte. (Diodoro de Sicília, Biblioteca Histórica, XI, 54-9)

Daniel 12:11-12 - E desde o tempo em que se remover o sacrifício contínuo e se constituir a coisa repugnante que causa desolação, haverá mil duzentos e noventa dias. Feliz aquele que se mantiver na expetativa e que chegar aos mil trezentos e trinta e cinco dias!" (TNM) Não é definido nenhum evento para o fim dos "1290 dias" e dos "1335 dias". Os 1290 dias e 1335 dias têm sido encarados pelo Segundo Adventismo como tendo implicações messiânicas. O mesmo sucede com as 2300 "noitinhas e manhãs" de Daniel 8:13-14.

  • Teve a primeira aplicação com a deposição e execução do Sumo-sacerdote Onias III ("o Ungido, o Líder") e a profanação do Templo por Antíoco IV, Rei da Síria. Em 167 AEC, Antíoco IV ao regressar do Egito, mandou saquear o Templo. Proibiu o culto judaico sendo a desobediência punida com a morte. No do altar do Templo, mandou colocar uma imagem do deus Zeus [ "a coisa repugnante que causa desolação" na TNM ] a quem são sacrificados animais religiosamente impuros para os judeus. Em 164 AEC, os judeus reconquistam Jerusalém. Em 13 de dezembro, exatamente três anos após a profanação do Templo, é feita a sagração do Templo. (I Macabeus 4:52-54, 59) Em 163 AEC, os judeus obtiveram a liberdade religiosa. Segundo os Evangelhos, Jesus Cristo fez uma segunda aplicação ao vindouros sítios de Jerusalém pelas legiões romanas - por Céstio Galo em 66 EC, e por fim, com Tito em 70 EC. (Mateus 24:15-16; Marcos 13:14; Lucas 21:20, 24)
  • Nos cálculos de William Miller, a data-chave era 509 EC. Em 1868, Nelson Barbour a corrigiu para 538 EC. Em 1889, Charles Russell ajustou-a para 539 EC. Surgiram assim as expetativas para os anos 1798/9 e 1843/4. (A Torre de Vigia de Sião de jan./fev. 1889, pág. 4, em inglês; Estudos das Escrituras vol. III - Venha o Teu Reino, 1890, pág. 58, 63-4, em inglês) Estes ensinos do Segundo Adventismo são abandonados pela STV em 1930.

Miqueias 5:2 - "E tu, Belém Efrata ... de ti me sairá aquele que há de tornar-se governante em Israel, cuja origem é desde os tempos primitivos, desde os dias do tempo indefinido [ lit. dias da eternidade ]." (TNM) "... As suas origens remontam aos tempos antigos, aos dias de um passado longínquo." (MC) "... A origem dele é antiga, desde tempos remotos." (BJ) Isso significa que o Messias tinha uma existência pré-humana. ( João 1:1, 8:58; Colossenses 1:17; Revelação 3:4) Ele veio à existência antes da criação dos céus e da Terra. (Provérbios 8:22; Génesis 1:1) Belém Efrata é o mesmo Belém de Judá. (Génesis 35:19) Veja aplicação posterior feita em Mateus 2:18.

Malaquias 3:8-10 - "Porventura roubará o homem terreno a Deus? ... Nas décimas partes e nas contribuições. ... Trazei todas as décimas partes à casa do depósito para que venha a haver alimento na minha casa [ o Templo ]; e experimentai-me, por favor, neste respeito, disse Jeová dos exércitos, se eu não vos abrir as comportas dos céus e realmente despejar sobre vós uma bênção até que não haja mais necessidade." (TNM) O dízimo ou "décima parte", era um requisito obrigatório para o Antigo Israel. A sua terra e todas as suas produções pertenciam a YHWH. O dízimo era o arranjo judaico para sustentar a tribo de Levi no seu serviço no Templo. (Números 18:21, 24, 25-29) Este findou definitivamente em 70 EC. Dar o dízimo começou por ser um ato voluntário como reconhecimento. (Génesis 14:20) Algumas igrejas cristãs fazem do dízimo uma das suas principais fontes de receita. Um 1/10 do rendimento bruto de cada crente deverá ser entregue à Igreja. Não o fazendo é roubar a Deus. O dízimo não é um requisito obrigatório para os cristãos. As despesas da Igreja Cristã devem ser custeadas pelos seus membros e pessoas interessadas na sua obra religiosa, através de ofertas e donativos voluntários conforme as suas possibilidades financeiras. Para evitar provável tributação das receitas, determinaram descaraterizar suas operações de venda e aderindo a uma nova linguagem.

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