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Seu Início

Em 1925, o canadense George Young, na qualidade de representante viajante da Sociedade Torre de Vigia (STV), foi enviado a Portugal e a Espanha vindo no Brasil. Fez arranjos para que Joseph Rutherford, presidente da STV, a 13 de maio, proferisse em Lisboa o discurso público “Como viver na Terra para sempre”. Apesar da oposição do clero católico, a ocasião reuniu mais de 2 mil pessoas no ginásio do Liceu Luís de Camões. Outras 2 mil pessoas tiveram que se retirar por falta de espaço.

A primeira edição portuguesa da revista A Torre de Vigia ( agora chamada A Sentinela ) foi publicada em Lisboa, em setembro de 1925. No final do ano, foi aberto um escritório em Lisboa, na rua de Santa Justa, para cuidar das assinaturas da revista A Torre de Vigia e da correspondência. Em 1926, são realizadas as primeiras reuniões regulares dos Estudantes da Bíblia (a partir de novembro de 1931, conhecidos por Testemunhas de Jeová). Em abril de 1926, o brasileiro Virgílio Ferguson chega a Lisboa vindo do Brasil, acompanhado com a sua esposa, para cuidar do Escritório do país. Uma resolução intitulada Um testemunho aos Regentes do Mundo, apresentada por Rutherford em maio de 1926 , foi traduzido para o português e impresso como um grande tratado para distribuição gratuita.

Sob a ditadura do Estado Novo

A 28 de maio de 1926 , um Golpe de Estado comandado por general Gomes Costa derrubou a I República e estabeleceu uma Ditadura Militar - o Estado Novo. No princípio da ditadura, de 1926 até 1943, a oposição à ditadura era desorganizada, dominada por ideais anarquistas que privilegiavam a ação violenta, radical e armada.

A partir de novembro, as edições da A Torre de Vigia ficaram sujeitas à censura. Em maio, a revista passou a ser impressa em Berna, Suíça. O governo passou a controlar cada vez mais a liberdade de imprensa, de expressão e de associação. O Anuário dos Estudantes da Bíblia de 1927 relatou 450 assinantes da A Torre de Vigia. No verão de 1927, foram batizadas 14 pessoas. A 4 de janeiro de 1929, João Feliciano regressou dos EUA para ajudar na evangelização. Em novembro de 1931, se assistiu a uma distribuição fenomenal de 260 mil exemplares do tratado Luz e Verdade, contendo o inteiro discurso de Rutherford, “O Reino de Deus – a única esperança do mundo”. Por esta altura, Manuel da Silva Jordão viajava pelo país como evangelizador por Tempo integral e visitando todos os assinantes.

Próximo do fim do ano de 1933 , o casal Ferguson deixou Portugal. Foi encerrado o Escritório do país. A obra passou a ser cuidada por Manuel da Silva Jordão. Durante os anos seguintes, estabeleceu contato com algumas Testemunhas espanholas. Em várias ocasiões, receberam visitas encorajadoras de Testemunhas estrangeiras, tais como de Herbert F. Gabler e O. Roselli. Com o tempo foi cessando a evangelização organizada e entrou num período de inatividade.

Embora a Constituição Portuguesa de 1933 consagrasse o princípio da liberdade de culto e de religião, afirmava a Igreja Católica como a religião da nação portuguesa. Só ela que tinha o direito de ensinar nas escolas públicas, a isenções fiscais e a definir o seu próprio sistema de organização. Nesse período difícil, eclode a guerra civil em Espanha (17/6/1935 a 1/4/1938), e em seguida, a II Guerra Mundial (1/9/1939 a 2/9/1945). A Concordata entre a Santa Sé e o Governo de Portugal de 1940, foi assinada a 7/5/1940, durante o papado de Pio XII.

Atividade missionária

Em resposta à carta de Joaquim Carvalho e Eliseu Garrido, a 5 de maio de 1947 chegam a Lisboa, Frederick Franz, então vice-presidente da STV, e Hayden Covington, advogado da STV. Franz profere um discurso em português a cerca do assunto “Instruções da Organização”. São designados temporariamente quatro servos para cuidar da primeira congregação das Testemunhas de Jeová. Durante a visita, foi averiguado a possibilidade de legalizar a obra das Testemunhas e obter permissão para enviar missionários da Torre de Vigia. O seu pedido foi terminantemente recusado pelo Governo. O mesmo ano, Nathan Knorr, então presidente da STV, acompanhado pelo seu secretário, Milton Henschel, chegam a Lisboa a 13 de dezembro. Entre eles estava John Cooke, missionário da 8.ª turma da Escola de Gileade, designado para servir em Espanha e em Portugal.

Em agosto de 1948, John Cooke e sua esposa, Elsa, iniciam a atividade missionária. A 27 de setembro, se realizou o primeiro batismo após a chegada de Cooke, com um total de 8 batizados, incluindo Eliseu Garrido. Seis deste número eram mulheres, todas do grupo de Almada. O grupo em Lisboa, era composto só por homens. Com a chegada de Cooke, as Testemunhas locais são incentivadas a pôr de lado as suas opiniões pessoais e se harmonizar com as instruções da Sociedade.

É realizada pela primeira vez a Escola do Ministério Teocrático, e em seguida, a Reunião do Serviço de Campo. Começou-se por estudar a revista A Sentinela por perguntas e respostas. Antes fazia-se a leitura dos artigos. Em vez do uso dos cartões de testemunho impressos, se preparava uma breve palestra aos moradores com uma apresentação da revista A Sentinela, assim como de folhetos e tratados. Foi arrendada uma pequena sala na Praça Ilha do Faial para a realização das reuniões congregacionais. Depois, encontram um apartamento - o primeiro não-oficial Salão do Reino de Portugal, na Rua Passos Manuel, nº 20 1.° andar. A Comemoração da morte de Cristo em 1949 teve uma assistência de 116 pessoas.

Em 1950, Paul Baker e Kenneth Williams, dois missionários da Escola de Gileade, são enviados à Ilha do Pico, Açores. Devido à pressão do clero católico, foram expulsos pelo Governo. Sua permanência resultou em 21 publicadores. Em 1951, chegaram dois missionários, Mervyn Passlow e Bernard Blackhouse. No ano seguinte, em 1952, Frederick Franz visita novamente Lisboa. Estiveram presentes 90 pessoas e 11 foram batizados. Cooke acompanhou Franz numa visita às congregações em Espanha. Ambos assistiram ao congresso internacional em Londres. Blackhouse foi obrigado a deixar o país, e Passlow, ficou seriamente doente.

As autoridades portuguesas alegavam não ser desejável a instalação em território nacional de organizações integrada em associações com sede no estrangeiro, cujos adeptos se subordinem à orientação e direção de elementos estranhos à nacionalidade portuguesa. Suas convições religiosas interferiam com a política do regime. Seu proselitismo não era do agrado da hierarquia da Igreja Católica. Estavam particularmente atentas a recusa de prestar Serviço militar - armado ou não armado. (Irene Flunser Pimentel, A história da PIDE, Círculo de Leitores, 2007, pág. 248)

Nessa época, algumas Testemunhas ambiciosas por cargos de responsabilidade, tornaram-se críticas da maneira com era dirigida a congregação de Lisboa. Em fevereiro de 1952, durante a visita de Nathan Knorr e Milton Henschel, juntamente com John Cooke, os queixosos foram repreendidos. Os que persistiram foram desassociados ou se afastaram. Segundo o ano de serviço de 1952, Portugal relatou 62 publicadores e um total de 207 pessoas presentes à Comemoração da morte de Cristo. Em janeiro de 1954, Eliseu Garrido mudou-se para a cidade do Porto, a segunda maior cidade de Portugal. John Cooke e sua esposa, foram obrigado a deixar o país. Ambos são enviados para servir em Angola , então província ultramarina portuguesa. Em julho desse ano, Mervyn Passlow foi expulso.

Em novembro de 1954, Eric Britten, acompanhado com a sua esposa, Christine, chegaram do Brasil para servir em Portugal como missionários da Torre de Vigia. Eric Britten foi designado Superintendente da Filial. Agentes da PIDE (Polícia Internacional e Defesa do Estado) começam a aparecer com maior frequência nas reuniões. Em 1955, foi formada a primeira congregação na cidade do Porto. Em 1957, Frederick Franz proferiu nessa cidade um discurso para uma audiência de umas 30 pessoas.

Os missionários Domenick Piccone, e sua esposa, Elsa, expulsos de Espanha, são designadas para servir na cidade do Porto. Depois, Piccone foi designado como Superintendente de Circuito. Seu circuito abrangia todo o País, visitando as congregações, grupos isolados e pessoas interessadas. Também dava muita atenção ao serviço dos Pioneiros especiais. Em 1958, Manuel de Almeida e sua esposa, foram delegados de Portugal ao Congresso Internacional de Nova Iorque. Em 1959, chegou a Portugal os casais Roberts e Beveridge, ambos missionários da Torre de vigia - da 33.ª turma da Escola de Gileade. O número de pessoas interessadas e a assistência às suas reuniões nos seus salões do Reino, estavam a aumentar.

Em 1960, a supervisão da obra em Angola (província ultramarina portuguesa) foi transferida da Filial da África do Sul para Portugal. A PIDE em Angola aumenta a sua vigilância às atividades das Testemunhas. São dadas ordens rigorosas proibindo as suas reuniões e toda a associação entre as Testemunhas europeias e das colónias ultramarinas africanas. Paul Hundertmark e sua esposa, Evelyn, missionários expulsos de Espanha, são designados para Portugal.

Ilegalização da religião

Em março de 1961, no norte de Angola, sucedeu uma onda de terrorismo, violência e massacres de civis. Em abril de 1961, têm inicio a Guerra Colonial (que durou até abril de 1974). A 26 de janeiro de 1962, Eric Britten, Domenick Piccone, Eric Beveridge, e suas esposas, todos missionários de Escola de Gileade, foram chamados à sede da PIDE onde lhes foi ordenado a saída do país no espaço de 30 dias. O motivo da expulsão era o proselitismo religioso e recusa do Serviço militar. Antes de deixarem Portugal, foi realizada a Escola do Ministério do Reino para os 20 superintendentes de congregação (anciãos) no país. Paul Hundertmark foi designado para Superintendente da Filial.

Em 1962, havia em Portugal cerca de 1 000 publicadores. As Testemunhas foram acusadas de atividades subversivas e de ter ligação com o comunismo. (Ultramar, vol. 5, 1964, nº 17, pág. 54) O Governo emite um comunicado para todas as estações dos correios, proibindo a circulação das publicações da STV, classificadas como literatura “perniciosa”.

Em junho de 1965, a Polícia dissolveu uma reunião das testemunhas no Feijó prendendo 49 pessoas. Foram julgadas por alegados crimes contra a segurança do Estado e incitamento a violência, em maio de 1967, no Tribunal da Boa Hora, em Lisboa. Em 17 de outubro de 1965, o Ministro do Interior, Santos Júnior, numa circular confidencial aos governadores civis, comandos da GNR e da PSP e à PIDE afirma que as atividades das Testemunhas deviam ser consideradas "delituosas, na medida em que pregam a desobediência coletiva às leis de ordem pública e às ordens legitimas das autoridades." (Pedro Pinto, Testemunhas de Jeová: uma minoria perseguida no Estado Novo, História de 9/2002, nº 48, pág. 38-45; Irene Flunser Pimentel, A história da PIDE, Círculo de Leitores, 2007, pág. 248-9; A Sentinela de 1/12/1966, pág. 721-33 - "O julgamento simulado de cristãos - a vergonha de Portugal!")

Com a ajuda do Departamento de Estado dos EUA, em 25 de fevereiro de 1965, uma delegação da STV (dos EUA) viajou até Lisboa onde tiveram uma audiência com o Dr. Franco Nogueira, então ministro dos Negócios Estrangeiros. A delegação era composta por Philip Rees, Richard Abrahamson e Domenick Piccone, procurou explicar as suas crenças. Em abril de 1965, alcançou um auge de 2 839 publicadores, com 4 circuitos organizados para cuidarem das congregações.

Governo de Marcelo Caetano

A 27 de setembro de 1968, é formado um novo governo presidido por Marcelo Caetano. No princípio de 1969, houve abrandamento nítido na interferência das autoridades policiais. Quando eram detidas, as Testemunhas eram tratados com delicadeza e cortesia. Limitavam-se a identificar as pessoas e a informar superiormente da ocorrência. Não eram mais consideradas uma ameaça a segurança do Estado.

Detenções de TJs em Portugal - entre 1961-1974
Ano 1961 1962 1963 1964 1965 1966 1967 1968 1969 1970 1971 1972 1973 1974
Detidos 8 12 36 75 148 27 118 113 7 32 14 21 85 22


Em 1969, foi realizada a Assembleia Internacional “Paz na Terra”, em Paris, a 10 de agosto, no Estádio Colombes. Um total de 2.731 presentes na sessão portuguesa, mais que o triplo da assistência em Toulouse apenas um ano antes. Estiveram presentes delegados da Madeira, Açores, Cabo Verde e Angola. Para muitos foi o seu primeiro congresso.

A partir de setembro de 1972, são designados em cada congregação anciãos (superintendentes) e servos ministeriais, seus ministros ajudantes. Cada congregação passa a ser supervisionada por um corpo de anciãos (superintendentes), em vez por um único ancião - o Superintendente de Congregação.

Em 25 de abril de 1974, uma revolução militar pacifica derrubou uma ditadura de 48 anos. Proclamou-se a liberdade religiosa, de crença, de expressão e de reunião. No verão de 1974, um total de 12.102 pessoas assistiram à assembleia de Distrito “Propósito Divino” em Toulouse, França. Foi a última assembleia de Distrito realizada no estrangeiro.

Legalização da religião

A 18 de dezembro de 1974, as Testemunhas de Jeová obtiveram reconhecimento legal. Foi constituída a Associação das Testemunhas de Jeová de Portugal, congénere local da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA). Precisamente três dias depois, foram realizadas assembleias especiais com a presença de Nathan Knorr e Frederick Franz, no Porto com 7 586 pessoas, e a outra, em Lisboa com 39 284 pessoas. "Ser uma Testemunha de Jeová até ao 25 de abril era perigoso e até subversivo. Mas os tempos mudaram." (Diário Popular de 26/12/1974)

Em 9 de janeiro de 1975, as congregações reabrem seus salões do Reino . Numa reunião especial com todos os superintendentes viajantes - havia então 12 circuitos, foram delineados os planos para realizar no verão as assembleias de Distrito. Em julho e agosto de 1975, um total de 34.529 pessoas assistiram ao discurso público nas três assembleias de Distrito “Soberania Divina” em Portugal continental, 410 nos Açores e 629 na Madeira.

Nesta fase, o governo do país foi assegurado pela Junta de Salvação Nacional - de 25 de abril a 15 de maio de 1974. Após o 25 de novembro de 1975, uma ação militar põe fim à influência da esquerda militar radical (comunista) no período revolucionário (PREC) iniciado com a revolução do 25 de abril de 1974. A nova Constituição Portuguesa (CRP) é aprovada a 2 de abril de 1976. Ramalho Eanes foi o primeiro Presidente da República constitucionalmente eleito ao abrigo da Constituição de 1976, em 14 de julho. O I Governo Constitucional tomou posse a 23 de setembro de 1976, sob a chefia de Mário Soares. A 12 de novembro do mesmo ano, foi realizado as primeiras eleições autárquicas. Começou assim a funcionar todas as instituições democráticas. O Conselho da Revolução só seria extinto em 1982.

Em fevereiro de 1976, a congénere da Sociedade Torre de Vigia em Portugal passou a ser supervisionada por uma Comissão da Filial. A 14 de fevereiro, foi arrendado uma ampla vivenda para servir de sede da Associação das Testemunhas de Jeová de Portugal. Situava-se na rua Nuno Alves Pereira, em São João do Estoril. O imóvel foi comprado em 1976 e ampliado no ano seguinte, com espaço para armazém de publicações e uma pequena gráfica offset.

No verão de 1978, foi realizado em Lisboa, no Estádio do Restelo, o Congresso Internacional “F”. Foi enviada ajuda humanitária para as congregações na Ilha Terceira (Açores) vitimadas pelo violento sismo de 1 de janeiro de 1980. Em setembro de 1981, recomeça o serviço de assinaturas pessoais das revistas A Sentinela e Despertai!. Este haviam sido suspenso em 1961. Em fevereiro de 1982, o Salão de Assembleias de Carnaxide, próximo de Lisboa, foi dedicado por Frederick Franz. É um belo edifício com 1 315 lugares sentados (posteriormente ampliado) com um belo jardim circundante, construído inicialmente para servir 9 circuitos na área da Grande Lisboa.

Em 1983, foi comprado um terreno em Alcabideche, município de Cascais, para a construção de raiz da sede para a Associação das Testemunhas de Jeová de Portugal. O novo imóvel, vulgarmente chamado de "Betel" [ Beth El, "Casa de Deus" ] de Alcabideche, possui uma área de escritórios, uma gráfica de quatro pavimentos, um bloco residencial com 40 quartos, amplo refeitório, e um Salão do Reino. Foi dedicado em 23 de abril de 1988 por Milton Henschel, através do intérprete português, Mário Pinto Oliveira, membro da Comissão da Filial. A assistência ao discurso de dedicação foi de 45 522 pessoas, desses cerca de 19 mil eram publicadores. Em 1995, foi dedicado o Salão de Assembleias de Valongo, próximo da cidade do Porto, por Martin Harbeck, na qualidade de Superintendente de Zona.

A partir de 1990, missionários e Pioneiros especiais que falam português, foram enviados para Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Angola. Nos territórios africanos sob jurisdição da congénere de Portugal, as Testemunhas obtiveram reconhecimento legal em Cabo Verde, em 1990, e em Angola, em 10 de abril de 1992. Em 1993, foi inaugurada em Portugal a Escola de Treinamento Ministerial (ETM). Para dar a necessária ajuda a Angola e a Moçambique, alguns anciãos habilitados de Portugal foram enviados a esses países.

No início de 1992, Angola registou um aumento de 31% publicadores, ou seja, cerca de 19 mil publicadores. Passou por uma guerra civil (1993-94 e 1999) e uma severa seca que devastou o país (1990-92).

Em 1 de setembro de 1996, começou a funcionar uma Comissão da Filial em Angola. O Corpo Governante designou como membros os três anciãos angolanos que já serviam na Comissão do País: João Mancoca, Domingos Mateus e Silvestre Simão (atualmente falecido). Dois missionários foram designados a servir junto com eles: José Casimiro, de Portugal (foi desassociado), e Steve Starycki (teve nova designação). Para preparar essa transição, Douglas Guest, coordenador da Comissão da Filial de Portugal, deslocou-se a Angola em junho desse ano.

Saiba Mais

Bibliografia

Ligações Externas

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